Até onde as empresas podem monitorar

 

Henrique Melo, sócio da área trabalhista, conversou com a Análise Editorial sobre um tema que está em alta: Até onde as empresas podem monitorar seus colaboradores em home office?

Com as recentes demissões anunciadas pelo Banco Itaú envolvendo trabalhadores em home office, o debate sobre os limites legais e éticos do monitoramento de trabalhadores pelas empresas cresceu nas redes sociais.

De acordo com Henrique, é parte do poder diretivo das empresas realizar o monitoramento de seus colaboradores, mas esse poder não é absoluto, à medida em que a Constituição Federal assegura a intimidade e a vida privada dos trabalhadores, devendo as empresas estarem atentas, ainda, às regras estabelecidas pela LGPD.

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